O corpo, e especialmente o cérebro, necessita de oxigénio para realizar as suas funções e sustentar a vida. A ventilação é o processo pelo qual o oxigénio é transportado do ar até aos pulmões; o oxigénio é então captado pelo sangue e transportado para todo o corpo através do sistema circulatório. Se o corpo não receber a dotação adequada de oxigénio, a vítima perderá a consciência e a ventilação e a circulação cessarão; é então necessário tomar medidas urgentes para que o oxigénio chegue ao cérebro.

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Ventilação artificial

Se a vítima não estiver a ventilar, mas tiver pulso, execute a ventilação artificial. Se estiver sem ventilação e sem pulso, execute a RCP.

1.ABRA AS VIAS AÉREAS
Levante o queixo e incline a cabeça para trás até que possa ver as narinas da vítima quando olha para baixo. Verifique a ventilação durante pelo menos dez segundos. Se a vítima não ventilar, CHAME UMA AMBULÂNCIA.

2. REMOVA OBSTRUÇÕES
Remova obstruções visíveis, por exemplo, dentaduras partidas ou soltas.

3. EXECUTE A VENTILAÇÃO ARTIFICIAL
Mantendo as vias aéreas abertas, aperte as narinas da vítima com os dedos de uma mão. Faça uma inspiração profunda, abra a sua boca e ajuste completamente os seus lábios à boca da vítima. Insufle de modo firme e constante até observar a expansão do tórax. Faça uma pausa de dois segundos entre cada insuflação.
Se o tórax da vítima não expandir após a primeira insuflação, verifique se a cabeça está suficientemente inclinada para trás e se tapou devidamente o nariz. Tente novamente a ventilação.

4. VEJA A CONTRACÇÃO DO TÓRAX
Levante a sua cabeça e olha na direção do tórax da vítima. Se a ventilação artificial tiver sido eficaz, verá o tórax da vítima a contrair-se à medida que o ar abandona os pulmões.
REPITA OS PONTOS 3 E 4
Deverá administrar cerca de dez insuflações a cada minuto.

5. VERIFIQUE A CIRCULAÇÃO
Após duas insuflações verifique o pulso da vítima no pescoço e procure outros sinais da circulação, como a pele pálida a recuperar o tom rosado. Se o pulso estiver patente, faça insuflações à frequência de dez por minuto.

6. CONTINUE A VENTILAÇÃO
Continue a ventilação, verificando a circulação a cada minuto. SE a circulação parar a qualquer momento, execute a RCP.

7. SE JÁ HOUVER VENTILAÇÃO, COLOQUE A VÍTIMA EM PLS
Se a vítima recuperar a ventilação, coloque-a em PLS e avalie periodicamente a ventilação e o pulso até à chegada de ajuda.

VENTILAÇÃO BOCA A NARIZ
Variante em que se insufla ar pelo nariz em vez de o fazer pela boca. Para isso certifique-se que a boca da vítima está fechada e ajuste os seus lábios ao nariz desta. Faça uma insuflação e depois abra-lhe a boca para que o ar possa sair.

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Asfixia

Uma obstrução das vias aéreas causada por um objeto ou por um pedaço de alimento pode causar asfixia. Se a obstrução se mantiver, a vítima pode perder a consciência; os primeiros socorros imediatos são vitais. Siga as instruções abaixo e à direita para adultos e crianças.

SINAIS E SINTOMAS

Dificuldade súbita na fala e/ou ventilação, frequentemente acompanhada pelo agarrar ou apontar para a garganta.
Pode existir também:

NUM ADULTO: face muito ruborizada.
NUMA CRIANÇA: face ruborizada.
NUM BEBÉ: sinais de agitação.

PARA UM ADULTO
Objetivo
Remover a obstrução da garganta.
Se necessário, conduzir a vítima ao hospital.

1.DÊ CINCO PANCADAS SECAS NAS COSTAS DA VÍTIMA
Incline a vítima para a frente dobrando-a pela cintura. Coloque-se por trás desta e, com a mão plana, dê cinco pancadas secas nas costas entre as omoplatas. Verifique a boca.

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2.PREPARE-SE PARA FAZER COMPRESSÕES ABDOMINAIS
Se as pancadas falharem, coloque a sua mão, fechada e com o primeiro dedo para dentro, sobre a porção superior do abdómen, logo abaixo das costelas.

3. EXECUTE CINCO COMPRESSÕES ABDOMINAIS
Agarre o seu pulso com a outra mão e comprima o abdómen da vítima para dentro e para cima cerca de cinco vezes. Verifique a boca.

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4.PROCURE AJUDA E REPITA OS PONTOS DE 1 A 3
Se nenhuma destas medidas funcionar, CHAME UMA AMBULÂNCIA. Continue alternadamente com as pancadas nas costas e as compressões abdominais até à chegada de ajuda.

Se houver perda de consciência, abra as vias aéreas, verifique a ventilação e combine os procedimentos descritos com as tentativas de ventilação. CHAME UMA AMBULÂNCIA.

Asma

A crise asmática surge quando as vias aéreas se tornam contraídas, o que causa pieira e dificuldade respiratória. Vários estímulos, como o pó, podem desencadear uma crise. Por vezes estes ataques surgem sem razão aparente. A maioria dos doentes usa os nebulizadores azuis para controlar as crises; no entanto, você pode ajudar tranquilizando a vítima.

SINAIS E SINTOMAS

  • A ventilação, sobretudo a expiração, torna-se bastante difícil.
  • A vítima pode ter pieira e tosse.
  • A vítima pode ficar ansiosa e agitada.
  • A pele da face e os lábios podem adquirir tonalidade azulada.
  • A vítima pode ficar fatigada.
  • A vítima pode ter dificuldade em falar.

Objetivo
Ajudar a vítima a ventilar mais calmamente.
Se necessário, conduzir a vítima ao hospital.

  • NÃO faça perguntas à vítima que a obriguem a falar desnecessariamente; isto poderá agravar a falta de ar.
  • NÃO force a vítima a deitar-se durante uma crise asmática.

Se a crise não for grave e se resolver em dez minutos, aconselhe a vítima a fazer nova nebulização.
ACONSELHE A VÍTIMA A CONSULTAR UM MÉDICO

Se a crise for grave e a vítima não mostrar sinais de alívio ao fim de 10 minutos após a nebulização, se a vítima estiver a ficar cada vez mais fatigada ou se é a primeira crise, CHAME UMA AMBULÂNCIA.

1.MANTENHA-SE CALMO E TRANQUILIZE A VÍTIMA

Tente manter-se calmo e tranquilize a vítima. Esta deve ter um nebulizador azul, o qual deverá aliviar a crise em poucos minutos.

2.ASSEGURE-SE DE QUE A VÍTIMA ESTÁ CONFORTÁVEL

Ajude a vítima a relaxar na posição que ela acha mais confortável – normalmente é numa posição sentada. Ajude a vítima a tomar uma segunda dose do nebulizador antes da ambulância chegar. Enquanto espera, avalie a ventilação e a circulação da vítima a intervalos regulares e tranquilize-a.

Se a vítima perder a consciência, abra as vias aéreas, verifique a ventilação e coloque-a em PLS; esteja preparado para executar a RCP. CHAME UMA AMBULÂNCIA

Asfixia de um bebé (até 1 ano)

Objetivo
Remover a obstrução da garganta.
Se necessário, conduzir a vítima ao hospital.

  • NÃO ponha os seus dedos na garganta do bebé para tentar remover qualquer obstrução.
  • NÃO execute compressões abdominais num bebé.

1.DÊ PANCADAS NAS COSTAS DO BEBÉ
Posicione o bebé, com a face para baixo, sobre o seu antebraço E dê-lhe cinco pancadas secas nas costas.

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2.REMOVA QUAISQUER OBSTRUÇÕES
Verifique a boca do bebé; remova quaisquer obstruções visíveis passando um dedo na boca.

3.FAÇA COMPRESSÕES TORÁCICAS
Posicione o bebé no seu antebraço com a face para cima. Pressione o tórax para baixo cinco vezes. Verifique a boca.

4.REPITA OS PONTOS ACIMA
Se a obstrução ainda não tiver sido removida, repita mais três vezes os pontos de 1 a 3; mantenha o bebé consigo, CHAME UMA AMBULÂNCIA. Repita de 1 a 3 até chegar a ambulância.

Se, a qualquer momento, o bebé perder a consciência, abra as vias aéreas, verifique a ventilação e combine os procedimentos descritos acima com as tentativas de ventilação artificial. Continue este procedimento até à chegada da ambulância

Posição de segurança (PLS)

Uma vítima inconsciente e ventilada deve ser posta em posição lateral de segurança (PLS). Coloque-a na posição mostrada abaixo ou adapte-a de modo a que a vítima fique numa posição lateral e estável, impedindo a asfixia pela queda da língua ou pelo vómito.

1.MANTENHA AS VIAS AÉREAS ABERTAS
Ajoelhe-se ao lado da vítima c abra as vias aéreas levantando o queixo com dois dedos e inclinando a cabeça para trás. Alinhe as pernas da vítima.

2.COLOQUE A MÃO DEBAIXO DA COXA
Alinhe o braço da vítima que está mais próximo de si e coloque a mão debaixo da coxa com a face palmar voltada para cima.

3.POSICIONE O BRAÇO E ELEVE A PERNA
Traga o braço da vítima que está mais afastado de si para a diante do tórax e segure-lhe a mão, com a face palmar voltada para dentro, junto ao lado da cara mais próximo de si. Com a outra mão, agarre a coxa mais afastada e puxe o joelho para cima, mantendo o pé em contacto com o chão.

4.PUXE A COXA NA SUA DIREÇÃO
Com uma das mãos mantenha a mão da vítima pressionada contra a cara para dar apoio à cabeça. Puxe a coxa que está mais afastada na sua direção, rolando a vítima sobre o lado apoiado.

5. COLOQUE A PERNA EM ÂNGULO RETO
Com cuidado retire a sua mão debaixo da cabeça da vítima e incline-a para trás de modo a manter as vias aéreas abertas. Coloque a perna que está em cima em ângulo reto, para impedir que o corpo fique completamente apoiado à frente.

6.MANTENHA AS VIAS AÉREAS ABERTA
Com a vítima colocada em PLS verifique se o braço que está por baixo ficou liberto e se as vias aéreas estão realmente abertas. CHAME UMA AMBULÂNCIA

7.VIGIE A VÍTIMA
Verifique a ventilação e a circulação da vítima a intervalos regulares enquanto espera pela ambulância.
Se uma criança com mais de um ano estiver inconsciente e ventilada, abra-lhe as vias aéreas e siga os procedimentos descritos acima para a PLS do adulto.
Se um bebé com menos de um ano estiver inconsciente e ventilado, abra-lhe as vias aéreas e segure-o ao colo, de lado e com a cabeça inclinada para baixo.

Ressuscitação de um bebé e de uma criança

Para crianças com mais de oito anos use a sequência de ressuscitação para adultos. Para bebés e crianças com menos de oito anos as sequências de ressuscitação diferem ligeiramente.

1.VERIFIQUE QUAISQUER RESPOSTAS

Num bebé: Para verificar as respostas de um bebé abane-o cuidadosamente pelos ombros. Chame-o pelo nome, se conhecido, para tentar provocar uma resposta.

Numa criança: Abane-a cuidadosamente pelos ombros; chame-a pelo nome, se conhecido, para tentar provocar uma resposta. Se estiver inconsciente, não haverá qualquer resposta.

2.ABRA AS VIAS AÉREAS E VERIFIQUE A VENTILAÇÃO

Num bebé: coloque um dedo debaixo do queixo e, com cuidado, eleve-o para abrir as vias aéreas. Verifique a ventilação. Se ventila, coloque-o em PLS: segure-a ao colo, de lado e com a cabeça inclinada para baixo.

Numa criança: coloque dois dedos debaixo do queixo e eleve-o para abrir as vias aéreas. Verifique a ventilação. Se ventila, coloque-a em PLS.

3. EXECUTE A VENTILAÇÃO ARTIFICIAL

Num bebé: remova quaisquer obstruções visíveis na boca. Levante o queixo da vítima e ajuste a sua boca simultaneamente à boca e ao nariz. Faça cinco insuflações de ventilação artificial.

Numa criança: atue como acima, mas ajuste a sua boca apenas à boca da criança. Faça cinco insuflações de ventilação artificial.

4. VERIFIQUE A CIRCULAÇÃO

Num bebé: verifique o pulso umeral no braço (ver à esquerda). Se o pulso estiver patente, continue as insuflações. Se não houver pulso ou este for inferior a 60, execute a RCP para bebés.

Numa criança: verifique o pulso carotídeo no pescoço. Se o pulso estiver patente, continue as insuflações. Se não houver pulso, execute a RCP para crianças.

5.COMECE A RCP

Num bebe: coloque dois dedos sobre a parte inferior do esterno. Pressione cinco vezes. Faça uma insuflação de ventilação artificial. CHAME UMA AMBULÂNCIA. Faça a RCP até chegar a ajuda.

Numa criança: coloque a base da sua mão sobre o tórax, como para um adulto. Pressione cinco vezes. Faça uma insuflação de ventilação artificial. CHAME UMA AMBULÂNCIA. Faça a RCP até chegar a ajuda.

ABC da ressuscitação

Quando tiver que lidar com uma vítima colapsada siga o ABC da ressuscitação, descrito abaixo, para verificar se esta ventila e se tem pulso.

A (AIRWAY) PARA VIAS AÉREAS

Se a vítima estiver inconsciente e deitada sobre as costas, a língua pode bloquear a passagem de ar. Abra as vias aéreas levantando o queixo da vítima com dois dedos de uma mão e pressione a testa com a outra mão, de modo a inclinar a cabeça para trás.
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B (BREATHINC) PARA VENTILAÇÃO

Para saber se a vítima está ou não a ventilar, ajoelhe-se e coloque a sua face perto da boca desta, tente observar, ouvir e sentir quaisquer sinais de ventilação, por um período mínimo de dez segundos.

C (CIRCULATION) PARA CIRCULAÇÃO

Verifique a circulação da vítima; para um adulto, tente sentir o pulso carotídeo no pescoço. Para um bebé, tente sentir o pulso umeral no braço. Procure outros sinais do estado circulatório, como a coloração da pele.

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Asfixia de crianças de 1 a 7 anos

Objetivo
Remover a obstrução da garganta.
Se necessário, conduzir a vítima ao hospital.

1.DÊ 5 PANCADAS NAS COSTAS

Incline a criança para a frente; coloque-se ou ajoelhe-se por trás desta e dê-lhe cinco pancadas entre os ombros. Verifique a boca e remova quaisquer obstruções visíveis com o dedo.

2.FAÇA COMPRESSÕES TORÁCICAS

Se as pancadas falharem, execute cinco compressões torácicas: coloque-se atrás da criança, encoste o seu punho ao esterno desta e pressione para dentro. Remova quaisquer obstruções visíveis na boca. Se falhar, dê outra vez cinco pancadas nas costas e volte a ver a boca.

3.FAÇA COMPRESSÕES ABDOMINAIS

Se as compressões torácicas falharem, execute cinco compressões abdominais: coloque-se atrás da criança, encoste o seu punho ao abdómen e pressione para dentro. Verifique se existem obstruções visíveis na boca. Se esta medida falhar, veja o ponto 4.

4.PROCURE AJUDA E REPITA OS PONTOS DE 1 A 3

Se, após completar os pontos de 1 a 3, a obstrução não tiver sido removida, CHAME UMA AMBULÂNCIA. Continue a repetir os pontos de 1 a 3 até a chegada da ambulância.

SE a vítima perder a consciência, abra as vias aéreas, verifique a ventilação e combine os procedimentos descritos acima com as tentativas de ventilação artificial. CHAME UMA AMBULÂNCIA.

Avaliação da circulação

A falência circulatória pode dar-se por dois motivos: o coração pode parar (paragem cardíaca) ou o volume de sangue circulante pode ser drasticamente reduzido (hemorragia).

Use os segundo e terceiro dedos para verificar o pulso carotídeo no pescoço; sinta-o durante pelo menos dez segundos. Se não houver pulso, o coração pode ter parado e é necessário executar imediatamente a RCP.

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RESSUSCITAÇÃO CÁRDIO-PULMUNAR (RCP)

RCP é a designação que se dá ao conjunto das manobras de ventilação artificial e de compressão cardíaca externa (CCE). Nunca execute a RCP numa pessoa a quem o coração ainda bate.

1.POSICIONE OS DEDOS NO TÓRAX

Ajoelhe-se ao pé da vítima, à direita ou à esquerda. Coloque o terceiro dedo no ponto onde as costelas se encontram e o segundo dedo acima do anterior.

2. COLOQUE UMA MÃO NO ESTERNO

Coloque a base da sua outra mão sobre o esterno, junto aos dois dedos. Este é o ponto do tórax onde irá aplicar pressão.

3. POSICIONE AS MÃOS

Sem mover a mão que está sobre o esterno coloque a outra por cima e entrelace os dedos, estabilizando as mãos em bloco.

4. BRAÇOS ESTICADOS NA VERTICAL

Estique os braços e coloque os ombros na vertical acima do esterno da vítima. Inicie as compressões; pressione para baixo cerca de 4 a 5 cm. Liberte a pressão à mesma velocidade da compressão, mas não retire as mãos do esterno.

5. ALTERNA AS COMPRESSÕES COM AS INSUFLAÇÕES

Faça 15 compressões; incline a cabeça para trás, levante o queixo e faça duas insuflações de ventilação artificial. Continue este ciclo de compressões e insuflações até à chegada de ajuda.
Se existirem sinais de recuperação, verifique novamente as vias aéreas, a ventilação e a circulação.

Aparelho respiratório

Este é constituído por nariz, boca, traqueia, pulmões e vasos sanguíneos que os ligam ao coração. As suas funções principais são a ventilação e a troca de gases, oxigénio e dióxido de carbono, nos pulmões. O oxigénio é inspirado e usado pelas células do corpo para gerar energia. O dióxido de carbono é um produto final do metabolismo e é expirado para ser eliminado.

COMO VENTILAMOS

Quando inspiramos, o diafragma e os músculos do tórax contraem-se, o tórax alarga e o ar contendo oxigénio penetra no organismo pela boca e pelo nariz. Depois é conduzido pela traqueia, a qual se subdivide no tórax, em dois canais denominados brônquios, um para cada pulmão. Os brônquios continuam a subdividir-se até terminarem em microscópicos sacos de ar, os alvéolos; estas estruturas constituem a maior parte dos pulmões e é nelas que se dão as trocas gasosas (ver acima). Para expirar, os músculos relaxam, o tórax diminui de volume e os pulmões são comprimidos expelindo o ar usado para o exterior do corpo.