O sistema nervoso é constituído pelo cérebro, pela medula espinal e pelos nervos. A inconsciência surge quando uma pessoa é incapaz de percecionar ou responder a estímulos externos. Difere do sono na medida em que não se consegue acordar uma pessoa inconsciente através da voz ou de um estímulo físico. Alguns reflexos, como o da tosse, que impede a asfixia durante o sono, podem também estar abolidos.

Histeria

A verdadeira histeria é causada por distúrbios psicológicos e pode conduzir a uma queixa física real. No local de um acidente, uma pessoa pode comportar-se «histericamente» e parecer que reage de forma exagerada; estas pessoas devem ser tratadas com firmeza.

SINAIS E SINTOMAS

  • Comportamento estranho; exagero de movimentos com os membros.
  • A vítima pode berrar e gritar ou entrar num estado tipo transe.

 

Objetivo

  • Tentar acalmar a vítima.

1.CONFORTE E TRANQUILIZE A VÍTIMA
Tranquilize a vítima; seja compreensivo, mas firme. Peça aos espectadores para se afastarem; um histérico «atuará» para uma audiência.

 

2.ACONSELHE A VÍTIMA A CONSULTAR UM MÉDICO
Quando a vítima se acalmar, aconselhe-a a consultar um médico.

Se está na dúvida sobre a situação da vítima ou se esta está inconsciente, coloque-a em PLS. CHAME UMA AMBULÂNCIA.

Mais Termos Relacionados:, , como acalmar a histeria, crise histérica primeiros socorros.

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Um AVC surge quando a irrigação do cérebro é interrompida por um coágulo ou por uma lesão numa das suas artérias. O AVC ocorre, normalmente, no idoso e pode ser pequeno, sendo possível a recuperação total, ou grande e possivelmente fatal. A gravidade do AVC depende da quantidade de cérebro afetado.

SINAIS E SINTOMAS

  • Dor de cabeça que surge subitamente.
  • Tontura e confusão.
  • A vítima pode perder a consciência; pode acontecer gradual ou subitamente.
  • A vítima pode ter paralisia de um dos lados do corpo, por exemplo, poderá ter alterações da visão ou da fala.

PARA UMA VÍTIMA CONSCIENTE

Objetivo

  • Manter a vítima confortável

Necessitará:

  • Toalha

1.APOIE A CABEÇA E OS OMBROS DA VÍTIMA
Deite a vítima e assegure-se que a cabeça e os ombros ficam ligeiramente elevados.

2.INCLINE A CABEÇA PARA UM DOS LADOS
Incline a cabeça para um dos lados. Se a vítima salivar, limpe-lhe a face com uma toalha.
NAO permita que a vítima coma ou beba. CHAME UMA AMBULÂNCIA.

PARA UMA VÍTIMA INCONSCIENTE
Objetivo

  • Garantir que as vias aéreas da vítima se mantêm abertas.
  • Providenciar no sentido de a vítima ser transportada ao hospital.

1.ABRA AS VIAS AÉREAS E VERIFIQUE A VENTILAÇÃO
Abra as vias aéreas da vítima, verifique a ventilação e, se necessário, execute as manobras de ressuscitação.

2.COLOQUE A VÍTIMA EM PLS
Coloque a vítima em PLS. Assegure-se que as vias aéreas se mantêm abertas.

3.VIGIE O ESTADO DA VÍTIMA
Vigie e registe, a intervalos regulares, a ventilação, o pulso e as respostas da vítima. CHAME UMA AMBULÂNCIA.

Convulsões nas crianças

Esta situação ocorre com mais frequência entre o ano e os quatro anos de idade e é geralmente causada por uma temperatura muito elevada (febre), uma perturbação abdominal séria, um susto ou pelo temperamento da criança. Apesar das convulsões terem uma aparência alarmante, normalmente não são perigosas e raramente deixam sequelas.

SINAIS E SINTOMAS

  • A criança pode estar ruborizada, transpirada e com a testa mito quente.
  • As costas podem endurecer e arquear.
  • Os olhos podem revirar para cima.
  • A criança pode suspender a respiração e adquirir uma tonalidade azulada.
  • A consciência pode ser transitoriamente interrompida.

Objetivo

  • Prevenir a continuação da subida da temperatura.
  • Proteger a criança de quaisquer lesões.

Necessitará:

  • Almofadas
  • Água tépida
  • Esponja

1.RETIRE AS ROUPAS DA CRIANÇA DA CAMA
Retire as roupas da criança e afaste quaisquer roupas da cama que a estejam a cobrir para impedir que a temperatura continue a subir.
2.LIBERTE A ÁREA EM REDOR DA CRIANÇA
Desobstrua o espaço em redor da criança. Limpe a saliva ou a espuma da boca da criança.
3.COLOQUE ALMOFADAS EM REDOR DA CRIANÇA E ARREFEÇA-A
Coloque almofadas em redor da criança para impedir que se magoe ao realizar movimentos súbitos. Arrefeça-a com uma esponja embebida em água tépida; passe-a da cabeça para os pés.
Se possível, após o fim das convulsões, tente que a criança se deite de lado.

Se a criança perder momentaneamente a consciência, coloque-a em PLS.
Cubra-a com um lençol e tranquilize-a. CHAME UM MÉDICO

Desmaio

Esta situação consiste numa curta perda de consciência causada pela diminuição do fluxo de sangue para o cérebro. Às vezes é denominada por «choque nervoso» porque pode ser originada por uma emoção ou por uma dor. O desmaio também pode acontecer a quem está muito tempo de pé numa atmosfera quente; a mobilização dos pés e/ou a mudança frequente de posição pode impedir o desmaio. A recuperação é, normalmente, rápida e completa após a tomada de medidas apropriadas.

SINAIS E SINTOMAS

  • A vítima sente-se fraca, tonta, fatigada e possivelmente nauseada.
  • Pele muito pálida.
  • Pulso lento.
  • Perda de consciência.

Objetivo

  • Melhorar o aporte de sangue ao cérebro.
  • Colocar a vítima de forma confortável.
  • Tranquilizar a vítima após a recuperação.

1.LEVANTE AS PERNAS DA VÍTIMA
Ajude a vítima a deitar-se. Se ela já desmaiou, abra as vias aéreas e verifique a ventilação. Levante-lhe as pernas acima do nível do coração.

2.ASSEGURE-SE QUE A VÍTIMA TEM BASTANTE AR FRESCO PARA RESPIRAR
Afrouxe roupas apertadas sobre o pescoço, tórax e cintura. Abra todas as janelas e peça aos espectadores que se afastem da vítima.

3.TRANQUILIZE A VÍTIMA E TRATE QUAISQUER LESÕES
Assim que a vítima começar a recuperar, tranquilize-a e ajude-a a sentar-se lenta e gradualmente. Procure quaisquer outras lesões e trate-as adequadamente.

Se a vítima não recuperar a consciência após três minutos, coloque-a em PES. CHAME UMA AMBULÂNCIA

Ataque cardíaco

Um ataque cardíaco surge quando o fluxo de sangue para uma parte do músculo cardíaco é bloqueado por um coágulo numa das artérias coronárias. A gravidade do ataque depende da quantidade de músculo lesado. Se suspeitar que a vítima está a sofrer um ataque cardíaco, providencie para que seja levada ao hospital o mais rápido possível.

SINAIS E SINTOMAS

  • Dor forte e opressiva no centro do tórax. Pode irradiar para o braço esquerdo.
  • Falta de ar, fadiga e náusea.
  • Pele fria, pálida e húmida.
  • Pulso rápido, fraco e irregular.
  • Sensação de perigo iminente.
  • A vítima pode entrar em colapso subitamente.

Objetivo

  • Minimizar o trabalho do coração.
  • Conduzir a vítima ao hospital o mais rapidamente possível.

1.COLOQUE A VÍTIMA NUMA POSIÇÃO CONFORTÁVEL
Ajude a vítima a colocar-se numa posição confortável para minimizar o esforço do coração. Preferencialmente, a vítima deverá estar sentada, com as costas e os ombros apoiados, e com os joelhos dobrados e apoiados. CHAME UMA AMBULÂNCIA.

2.VIGIE O ESTADO DA VÍTIMA
Vigie a ventilação e o pulso da vítima. Se necessário, execute as manobras de ressuscitação.

Se a dor continuar e a vítima estiver completamente consciente, dê-lhe uma aspirina.

UM COÁGULO NO CORAÇÃO
Um ataque cardíaco surge quando um coágulo se forma dentro de uma artéria coronária, doente ou estreitada, privando o músculo cardíaco, por ela irrigado, de oxigénio. O resultado é a morte desse pedaço de músculo cardíaco.

ataque-coracao

Epilepsia

Esta é uma doença em que a pessoa sofre convulsões. A epilepsia é causada por distúrbios da atividade elétrica do cérebro. Estas convulsões podem ser súbitas e dramáticas. Existem dois grandes tipos de manifestações epiléticas: grande mal epilético, com convulsões tónico/clónicas, e o pequeno mal epilético. A maioria dos epiléticos transporta consigo um elemento identificador; como as pulseiras de alerta. Se vir uma pessoa a ter uma crise convulsiva, tente manter a calma; atue como é descrito abaixo. Na maior parte das vezes o pequeno mal passa despercebido e a pessoa parece apenas que está a sonhar acordada.

SINAIS E SINTOMAS

  • Perda súbita de consciência; a vítima pode soltar um grito estranho.
  • A vítima pode ficar rígida.
  • As contrações convulsivas podem gerar movimentos violentos.
  • No fim da crise os músculos relaxam e a vítima retorna à normalidade.

IMPORTANTE

  • Nunca tente agarrar a vítima ou impedir a convulsão.
  • Nunca ponha nada na boca da vítima.
  • Nunca tente dar à vítima algo a beber ou a comer durante a crise.

1.FACILITE A QUEDA E MANTENHA OS ESPETADORES AFASTADOS
Se possível, tente facilitar a queda da vítima. Mantenha a calma e tente impedir que os espectadores se aproximem da vítima. Há pouco mais a fazer; deixe a convulsão seguir o seu curso sem interferir.

2.DESOBSTRUA A ÁREA EM REDOR DA VÍTIMA
Desobstrua a área em redor da vítima, de modo a que esta não se magoe durante a crise, e tente protegê-la de quaisquer perigos. Se possível, coloque algo macio debaixo e/ou à volta da cabeça.

3.AFROUXE ROUPAS APERTADAS
Se possível, afrouxe as roupas apertadas e cuide da proteção à cabeça. Atue cuidadosamente, porque e muito fácil listar alguém que está semi-consciente.

4. COLOQUE A VÍTIMA EM PLS
Quando as contrações terminarem, abra as vias aéreas, verifique a ventilação e coloque a vítima em PLS.

5.MANTENHA-SE COM A VÍTIMA
Quando a crise terminar, mantenha-se com a vítima até ter a certeza que ela está completamente recuperada e pode ir para casa.

Se a crise demorar mais de cinco minutos, se a inconsciência durar mais de 10 minutos, se a consciência não é recuperada entre crises ou se é a primeira crise da vítima, CHAME UMA AMBULÂNCIA.

Diabetes mellitus

Esta situação surge quando o corpo é incapaz de regular o nível de açúcar no sangue (glicemia), o qual é controlado pela hormona insulina. Demasiada insulina pode causar hipoglicemia, a qual, se acentuada, pode afetar o estado de consciência. Insulina em quantidade insuficiente pode originar uma subida do nível de açúcar no sangue e originar hiperglicemia.

HIPOGLICEMIA

SINAIS E SINTOMAS

  • A vítima pode reconhecer o início da crise.
  • Pulseira ou medalhão de alerta.
  • Sudação: pele pálida, fria e húmida.
  • Palpitações e pulso forte.
  • Fome, fraqueza e desmaio.
  • Confusão, baixo nível de resposta.
  • Ventilação superficial.

PARA UMA VÍTIMA CONSCIENTE
Objetivo:

  • Aumentar o nível de açúcar no sangue.
  • Obter cuidados médicos.

Necessitará:

  • Bebida açucarada.

1.DÊ À VÍTIMA UMA BEBIDA AÇUCARADA OU UM ALIMENTO DOCE
Sente a vítima e dê-lhe uma bebida açucarada ou um alimento doce, como um cubo de açucar ou um pedaço de chocolate.

2.DEIXE A VÍTIMA REPOUSAR
Se a vítima melhorar, dê-lhe mais da bebida ou do alimento, deixe-a repousar e aconselhe-a a consultar o médico.

PARA UMA VÍTIMA INCONSCIENTE
Objetivo

  • Conduzir a vítima ao hospital tão cedo quanto possível.

1.COLOQUE A VÍTIMA EM PLS
Abra as vias aéreas, verifique a ventilação e coloque-a em PLS. Se necessário, execute as manobras de ressuscitação.

2.VIGIE O ESTADO DA VÍTIMA
Vigie e registe, a intervalos regulares, a ventilação, o pulso e as respostas. CHAME UMA AMBULÂNCIA

HIPOGLICEMIA
Níveis elevados de açúcar podem conduzir a inconsciência e, eventualmente, ao coma. Verifique se a vítima apresenta ventilação profunda, pele seca, pulso rápido e hálito a acetona. Se suspeitar de hiperglicemia, chame uma ambulância imediatamente.

Traumatismos Cranianos

Qualquer pancada suficientemente forte para causar uma equimose (nódoa negra) ou uma ferida no couro cabeludo pode fraturar o crânio e/ou originar uma concussão, que não é mais do que uma perda transitória de consciência, causada pelo abanar violento do cérebro dentro do crânio. A concussão pode resultar também de uma força indireta, como o aterrar abruptamente sobre os pés numa queda. E, normalmente, seguida de recuperação total. No entanto, a vítima deve ser vista por um médico o mais rapidamente possível, porque podem existir efeitos retardados, como o edema (inchaço) do cérebro, que tomam a inconsciência cada vez mais profunda.

SINAIS E SINTOMAS
Concussão:

  • Período da inconsciência.
  • A vítima pode estar atordoada e confusa à medida que recupera a consciência.
  • A vítima pode vomitar.
  • A vítima pode não recordar o incidente, nem os acontecimentos que o precederam.

Se existir fratura do crânio, pode existir:

 

  • Corrimento de sangue, ou líquido sanguinolento, proveniente do nariz ou do ouvido.
  • Alterações de coloração em redor das pálpebras ou na parte branca do olho.
  • Hemorragia do couro cabeludo.
  • Possíveis fraturas abertas; são particularmente perigosas.

Se existirem complicações:

  • As pupilas do olho podem tornar-se anormais ou ter tamanhos diferentes.
  • Se o pulso estiver anormalmente lento.

PARA UMA VÍTIMA CONSCIENTE
Objetivo
Fazer os possíveis para que a vítima tenha uma recuperação completa.
Mesmo que a vítima pareça estar bem, lembre-se que existem reações retardadas.

ACONSELHE A VÍTIMA A CONSULTAR UM MÉDICO

PARA UMA VÍTIMA INCONSCIENTE
Objetivo
Manter as vias aéreas abertas e, se necessário, executar a RCP.
Enviar a vítima ao hospital.

1.COLOQUE A VÍTIMA EM PLS
Abra as vias aéreas da vítima e verifique a ventilação. Coloque-a em PLS e assegure-se de que as vias aéreas se mantêm abertas.

2.VIGIE O ESTADO DA VÍTIMA
Registe a ventilação, o pulso e a respostas.
Se a recuperação for rápida, verifique as respostas e esteja atento a sinais de deterioração.

Se surgirem complicações, ou se a vítima estiver inconsciente por mais de três minutos, CHAME UMA AMBULÂNCIA.

Alterações da consciência

O sistema nervoso é constituído pelo cérebro, pela medula espinal e pelos nervos. A inconsciência surge quando uma pessoa é incapaz de percecionar ou responder a estímulos externos. Difere do sono na medida em que não se consegue acordar uma pessoa inconsciente através da voz ou de um estímulo físico. Alguns reflexos, como o da tosse, que impede a asfixia durante o sono, podem também estar abolidos.

LIDAR COM UMA PESSOA INCONSCIENTE

Após estabelecer que a vítima está inconsciente e ventilada coloque-a em PLS e vigie-a até à chegada de ajuda.

CAUSAS DA INCONSCIÊNCIA

A inconsciência pode surgir gradual ou subitamente e pode ser o resultado de uma lesão ou de uma doença. As causas mais frequentes de inconsciência incluem:

  • Traumatismo craniano.
  • Situações que interferem com a irrigação sanguínea, diminuindo o aporte de oxigénio ao cérebro, como a insuficiência cardíaca, as hemorragias graves, as tromboses das artérias que irrigam o cérebro (AVC) ou o desmaio.
  • Situações que impedem a entrada de oxigénio nos pulmões, por exemplo, lesões do tórax, lesões causadas por eletricidade, bloqueios das vias aéreas ou falta de oxigénio no ar respirado.
  • Envenenamento.
  • Algumas doenças ou condições, como a epilepsia, a histeria, a diabetes e a hipotermia ou o golpe de calor.

NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA

A vítima pode passar por vários níveis de consciência até chegar à inconsciência; podem também ocorrer quando está a recuperar a consciência. E importante estar sempre perto da vítima e registar quaisquer alterações do seu estado. Abandone a vítima apenas para chamar uma ambulância quando não houver mais ninguém por perto para o fazer.

IMPORTANTE

Mantenha as vias aéreas abertas e livres até à chegada de ajuda médica.
Não abandone uma vítima inconsciente a não ser para chamar uma ambulância.
Qualquer pessoa que esteja, ou tenha estado, inconsciente deve ser vista por um médico.
Não permita que a vítima coma ou beba até que seja vista por um médico.

ANTES DE TRATAR UMA VÍTIMA INCONSCIENTE

Avalie a segurança em seu redor. Verifique se existem perigos. Se estiver em perigo, não se aproxime da vítima.

COMO TRATAR UMA VÍTIMA INCONSCIENTE

1.VERIFIQUE AS RESPOSTAS E ABRA AS VIAS AÉREAS
Verifique as respostas falando com a vítima, abane-a cuidadosamente pelos ombros e belisque-lhe o dorso da mão. Levante o queixo da vítima e incline-lhe a cabeça para trás para abrir as vias aéreas.

2.VERIFIQUE A VENTILAÇÃO
Verifique a ventilação: ponha a sua face próxima da boca da vítima e veja, ouça e sinta indícios de ventilação pelo menos durante dez segundos.

3.COLOQUE A VÍTIMA EM PLS
Se a vítima ventila, trate as situações potencialmente letais, como as hemorragias graves, e depois coloque a vítima em PLS. Verifique o pulso; procure outros sinais do estado circulatório.
Se suspeita de lesões da coluna, tome precauções extra de modo a manter a cabeça e o pescoço alinhados com o corpo enquanto move a vítima; se possível, peça a um espectador para o ajudar. CHAME UMA AMBULÂNCIA

4.VIGIE O ESTADO DA VÍTIMA
Verifique regularmente a ventilação, o pulso e as respostas enquanto espera ajuda.